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A CEO da Realize, edtech focada no nicho de produção de conteúdo a distância, traz algumas dicas rápidas para melhorar conteúdos na EAD

Imagine a seguinte situação: você soube de uma graduação online de seu interesse, fez a matrícula e organizou a agenda para acompanhar as atividades. Tudo muito bom até a hora em que precisou acessar o conteúdo e se viu diante de um monte de arquivos em PDF. Isso pode ser um tanto quanto frustrante para um público-alvo formado por alunos nativos digitais.

Para esses jovens, não há muita diferença entre um PDF/PowerPoint e a velha cartilha didática. Ambos se limitam a textos e imagens “paradas”. Ou seja, um conteúdo estático que permanece inalterado ou imutável quando apresentados aos estudantes.

“Mesmo com todas as opções de recursos tecnológicos que existem hoje, ainda há muitas instituições que têm esse modelo antiquado como base da educação a distância. O resultado é uma aula sem graça, sem interatividade, que não estimula os alunos”, afirmou Isabella Stulp, CEO da Realize, edtech focada no nicho de produção de conteúdo a distância (EAD).

A Realize é uma ferramenta para produção de conteúdo EAD em escala, e oferece uma solução completa para as instituições de ensino produzirem seus conteúdos mais rapidamente, com menor custo e com mais qualidade. Além disso, disponibiliza ferramentas para o gerenciamento do processo produtivo, armazenamento dos conteúdos, diagramação e personalização do material didático e integração com qualquer LMS/AVA.

Dicas rápidas para produzir um conteúdo engajador na EAD

Isabella Stulp traz a seguir algumas dicas para transformar um conteúdo estático em conteúdo dinâmico e oferecer uma experiência de aprendizagem de alto engajamento para os estudantes.

  • Entendendo o jovem – A chamada geração Z, formada pelos jovens nascidos entre 1995 e 2010, tem entre suas principais características a autonomia e a flexibilidade. É por isso que cada vez mais as instituições de ensino investem em metodologias ativas, que permitem ao aluno se tornar protagonista da sua própria aprendizagem.

Para que essa abordagem pedagógica seja bem-sucedida, é preciso dialogar com os jovens não apenas no conteúdo, mas também na forma. É aí que entram em ação as ferramentas de autoria, que permitem criar materiais didáticos personalizados e interativos, por meio da inserção de quizzes, animações, vídeos e outros elementos multimídia, tudo de forma simples e intuitiva.

  • Nenhum trabalho é desperdiçado – Conteúdo estático não significa conteúdo ruim, apenas um formato pouco atrativo. Colocar atividades, infográficos e outros recursos interativos, pode agregar muito valor educacional à experiência de aprendizagem.

Outra vantagem é o formato one page, de rolagem vertical, muito parecido com o de redes sociais como Instagram e TikTok. Todas as informações necessárias se encontram em apenas uma página, ordenadas de maneira estratégica e otimizada. A fragmentação em diversas formas de conteúdo facilita a navegação e torna o aprendizado mais envolvente para os alunos.

“Nenhum modelo é desperdiçado, as instituições de ensino só precisam entender com quem estão lidando e como deixar os conteúdos mais atrativos para que os jovens e adultos tenham mais aderência”, explicou a CEO.

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