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Programação da 25ª edição amplia debate sobre liderança, inteligência artificial, aprendizagem, inclusão, saúde mental e estratégias de crescimento

A gestão educacional enfrenta decisões cada vez mais conectadas. Mudanças tecnológicas, novos perfis de estudantes, expectativas das famílias e revisão de modelos acadêmicos pressionam instituições a repensar práticas, estruturas e prioridades.

Esse cenário estará no centro da programação do GEduc 2027, que chega à 25ª edição nos dias 31 de março, 1º e 2 de abril, no Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo. Sob o tema “Orquestrar Inteligências. Liderar para uma nova Educação.”, o congresso reunirá debates voltados à Educação Básica e Superior.

A agenda inicial combina questões pedagógicas, administrativas, humanas e financeiras. Entre os temas estão liderança, inteligência artificial, novos modelos acadêmicos, inclusão, saúde mental, Educação Profissional e Tecnológica, marketing educacional e estratégias de crescimento.

O primeiro dia terá como eixo o Congresso de Gestão Educacional, com discussões sobre os novos caminhos da educação e as competências exigidas de quem lidera instituições. Depois, as agendas de Educação Básica e Ensino Superior aprofundam desafios específicos de cada segmento.

Na Educação Superior, a programação aborda o valor da formação para além do diploma, a competição por preço e a sustentabilidade dos modelos presencial, semipresencial e a distância. Na Educação Básica, entram em pauta aprendizagem integrada, relação com famílias, engajamento e currículos orientados ao desenvolvimento de competências.

Gestão educacional diante de decisões mais complexas

No segundo dia, o Fórum de Líderes Educacionais amplia a discussão sobre o uso de dados e algoritmos nas decisões institucionais. A agenda também coloca em debate a revisão de práticas, além das tensões entre inovação e tradição, resultados e propósito.

A Educação Especial e Inclusiva terá uma programação dedicada a questões que afetam diretamente a rotina escolar. Entre elas estão a relação com famílias de estudantes atípicos, situações de crise, avaliação e o equilíbrio entre atendimento individualizado e dinâmica coletiva.

A Saúde Mental e Bem-Estar também será tratada a partir de uma perspectiva institucional. O debate inclui mudanças no comportamento dos estudantes, riscos psicossociais, bem-estar dos educadores e preparação para situações críticas. A influência da tecnologia sobre atenção e vínculos também integra a discussão.

Na Educação Profissional, a agenda parte das mudanças no perfil dos jovens e no mercado de trabalho. Currículos práticos, tecnologias aplicadas à formação, desenvolvimento de profissionais e uso de dados aparecem entre os temas previstos.

O educador21 é apoiador e parceiro de produção de conteúdo do GEduc. Dessa maneira, já começamos a acompanhar a organização do evento de 2027 para antecipar informações de bastidores, tendências e debates relevantes às lideranças educacionais que participarão do congresso.

Inteligência artificial chega à gestão educacional

O terceiro dia terá uma programação dedicada à Inovação Acadêmica e Inteligência Artificial. O foco avança para questões que ganham relevância à medida que a tecnologia deixa a experimentação inicial e passa a influenciar decisões acadêmicas e institucionais.

Governança e políticas de IA, pensamento crítico, novas formas de avaliação, retorno sobre investimentos e IA agêntica estão entre os assuntos previstos. A programação também discute como transformar experimentações tecnológicas em aplicações com resultados mensuráveis.

Outro ponto será a chamada “rendição cognitiva”, relacionada ao risco de terceirização de processos de pensamento para algoritmos. A questão amplia o debate sobre como instituições podem incorporar ferramentas de IA sem perder de vista aprendizagem, autonomia e pensamento crítico.

No mesmo dia, a Jornada de Marketing Educacional e Growth discutirá gestão integrada de receita, IA preditiva, retenção, relacionamento com famílias e cultura de marca. A mudança na jornada de decisão dos estudantes, influenciada pelas redes sociais e pela economia da atenção, também entra na agenda.

A programação inicial evidencia uma convergência entre áreas que antes podiam ser tratadas separadamente. Para as lideranças, o desafio passa por articular decisões pedagógicas, tecnológicas, humanas e financeiras diante de problemas cada vez mais interdependentes.

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