Roteiro da Efígie reúne visitas a escolas e universidades, encontros estratégicos, edtechs e participação na Bett UK 2027
A Missão UK27 foi estruturada para aproximar gestores e líderes educacionais brasileiros de práticas, instituições e modelos de organização da educação britânica. Organizada pela Efígie Educação e Cultura, a experiência combina visitas técnicas, reuniões estratégicas, contato com escolas e universidades e participação na Bett UK, em Londres.
A proposta parte de uma demanda comum à gestão educacional: ampliar repertório para tomar decisões diante de mudanças no currículo, nas metodologias, na tecnologia e na internacionalização. Por isso, o roteiro prevê contato direto com diretores, profissionais de admissões de instituições britânicas e representantes de organizações ligadas à educação e à tecnologia.
A programação também busca aproximar os participantes de diferentes etapas e dimensões do sistema educacional. Estão previstas visitas a escolas de educação básica em Londres e arredores, além de contatos com universidades do Russell Group e organizações como UCL, Imperial College e Cambridge Assessment.
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A imersão inclui ainda empresas de tecnologia educacional, entre elas Microsoft, Pearson, Kahoot e Century Tech. A intenção é observar como instituições de ensino e organizações especializadas estão respondendo a desafios relacionados à aprendizagem, inovação e transformação digital.
A experiência será realizada em janeiro de 2027 e terá duas modalidades de participação, com diferentes períodos de permanência em Londres. Em ambas, a Bett UK integra o roteiro como um dos principais momentos de atualização e contato com tendências internacionais da educação. Mais uma vez, o educador21 acompanha a iniciativa como parceiro editorial, analisando os temas que estarão no centro dessa jornada.
Missão UK27 combina visitas técnicas e repertório para gestores
Na modalidade de imersão completa, a programação começa com a saída do Brasil em 12 de janeiro e prevê atividades presenciais em Londres nos dias seguintes. As visitas às instituições de ensino estão concentradas nos dias 14 e 15 e, posteriormente, 18 e 19 de janeiro, conforme a programação preliminar.
A modalidade compacta tem saída prevista para 16 de janeiro e incorpora parte do roteiro a partir do dia 18. As duas turmas participam da Bett UK nos dias 20 e 21 de janeiro e seguem para atividades técnicas adicionais no dia 22, quando também está previsto um jantar de encerramento e networking.
A organização também prevê curadoria das atividades da Bett UK de acordo com as áreas de interesse de cada participante. O objetivo é ajudar os gestores a organizar a visita ao evento a partir de suas prioridades, em vez de restringir a experiência à circulação pela feira e aos lançamentos apresentados pelos expositores.
Essa perspectiva é relevante para líderes brasileiros porque a comparação internacional ganha valor quando consegue ser traduzida para problemas concretos das instituições. Observar uma escola, uma universidade ou uma edtech passa a fazer sentido quando permite questionar processos, modelos de liderança, experiências de aprendizagem e escolhas tecnológicas adotadas no Brasil.
Da educação britânica às decisões das instituições brasileiras
A programação reúne instituições com perfis diferentes justamente para ampliar a leitura sobre como a educação é organizada. O contato com escolas permite observar práticas pedagógicas e rotinas institucionais, enquanto as visitas a universidades e organizações de avaliação acrescentam outras perspectivas sobre formação, acesso e qualidade acadêmica.
O contato com empresas de tecnologia também coloca os gestores diante de outro ponto de decisão: como avaliar soluções educacionais a partir das necessidades reais da instituição. Para escolas brasileiras, esse olhar pode contribuir para discussões sobre adoção de tecnologia, formação de professores, integração de ferramentas e uso pedagógico de recursos digitais.
A experiência de internacionalização, portanto, não depende apenas da quantidade de instituições visitadas. Para o gestor, o valor do roteiro está na possibilidade de comparar práticas, identificar diferenças de contexto e avaliar quais referências podem ser adaptadas às condições de sua própria organização.
A proposta da Efígie parte dessa lógica de imersão e relacionamento. Na edição anterior, segundo a organização, uma turma fechada reuniu 80 gestores e mantenedores de escolas, experiência que serve como referência para a nova edição da missão.
Em 2027, a combinação entre visitas técnicas, networking e Bett UK coloca a missão em um momento estratégico para lideranças que acompanham as transformações da educação internacional. O desafio para os participantes será transformar o repertório observado em perguntas, projetos e decisões que façam sentido para suas instituições no Brasil.










