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Com forte investimento público e soluções voltadas à personalização da aprendizagem, ecossistema britânico inspira inovação nas escolas brasileiras

O avanço das tecnologias educacionais no Reino Unido tem transformado não apenas a forma como os alunos aprendem, mas também como as escolas se organizam, os professores planejam e os gestores tomam decisões. Com políticas públicas estruturadas, um mercado aquecido e forte presença de startups e instituições de pesquisa, o país consolidou-se como um dos principais polos globais de edtechs.

Desde a implantação da primeira estratégia nacional de tecnologia educacional, em 2019, o governo britânico tem estimulado o uso de plataformas digitais, ferramentas de personalização da aprendizagem e soluções baseadas em inteligência artificial. O objetivo é duplo: promover ganhos de eficiência e ampliar a equidade, especialmente em áreas com maior vulnerabilidade social.

Essa combinação de inovação, escala e propósito social tem atraído educadores e formuladores de políticas públicas de diversos países. O Reino Unido aparece consistentemente entre os três maiores ecossistemas de edtechs do mundo, ao lado dos Estados Unidos e da China, e suas soluções são amplamente adotadas em redes públicas e privadas.

Tecnologia a serviço da aprendizagem e da equidade

As edtechs britânicas atuam em frentes diversas, que vão da aprendizagem adaptativa à saúde mental, passando por plataformas gamificadas e sistemas de gestão baseados em dados. Esse leque de soluções responde a prioridades claras do sistema educacional inglês, como a redução da carga de trabalho docente, a personalização do ensino e o suporte ao bem-estar dos alunos.

Um dos diferenciais do Reino Unido é a articulação entre governo, setor privado e instituições de ensino. O Departamento de Educação britânico tem desempenhado papel ativo na formulação de diretrizes para o uso de IA na educação, ao mesmo tempo em que investe em capacitação docente e infraestrutura digital. Como resultado, 98% das escolas possuem internet de alta velocidade e 96% já adotam plataformas digitais em seu cotidiano pedagógico.

A estratégia nacional de tecnologia educacional (EdTech Strategy 2019–2021) foi um marco nesse processo, ao estabelecer metas para o uso de soluções tecnológicas com foco em impacto real. Desde então, houve avanços importantes, como a criação de ambientes personalizados de aprendizagem, sistemas de monitoramento em tempo real e recursos para alunos com necessidades específicas.

A emergência de um ecossistema tão robusto e direcionado como o britânico reforça o valor de uma educação que se abre ao mundo, aprendendo com soluções criadas em contextos distintos, mas orientadas por desafios universais. Essas experiências não são apenas inspiradoras — elas oferecem pistas valiosas sobre caminhos possíveis para o Brasil, especialmente no que se refere à integração entre inovação tecnológica e gestão escolar.

Missão UK 2026: uma imersão na educação britânica

Ao acompanhar de perto essas transformações, é possível ampliar o repertório de lideranças educacionais brasileiras comprometidas com um futuro mais inovador, inclusivo e conectado. Em janeiro de 2026, a Efígie Academy, em parceria com as instituições Eduinfo, Learnbase**, **Edify e Educbank, estará realizando uma Missão Educacional para Gestores e Educadores ao Reino Unido, com curadoria especializada para participação na Bett UK e visitas técnicas a escolas britânicas de referência.

Na Missão UK 2026, os participantes poderão vivenciar de perto essa realidade, visitando escolas que utilizam tecnologias emergentes, dialogando com especialistas e acessando conteúdos exclusivos — entre eles, um White Paper que detalha os avanços, as políticas e os desafios do setor no contexto britânico.

Se sua escola tem o desejo de se internacionalizar, ou mesmo se você busca inspiração para transformar práticas pedagógicas locais, essa é uma oportunidade que pode gerar frutos concretos e duradouros.

Para mais informações e pré-inscrição, acesse este link.

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