Com IA e videomonitoramento, soluções da Positivo SEG previnem incidentes e aceleram respostas em situações de risco no ambiente educacional
A segurança nas instituições de ensino tem ganhado um aliado cada vez mais estratégico: a tecnologia. Com recursos como câmeras inteligentes, reconhecimento facial, controle de acesso e inteligência artificial embarcada, escolas de todo o Brasil estão modernizando seus protocolos e criando ambientes mais protegidos e preparados para agir com rapidez diante de emergências.
Essas soluções, oferecidas por empresas como a Positivo SEG, vão além da proteção física e contribuem diretamente para uma cultura de segurança no dia a dia escolar. “A adoção de novas tecnologias permite uma atuação preventiva, com identificação de situações de risco antes que aconteçam ou se agravem”, destacou Felipe Szpigel, vice-presidente de Segurança Eletrônica da Positivo Tecnologia.
O uso de ferramentas digitais conectadas à inteligência artificial tem se mostrado eficaz não apenas para identificar ameaças e comportamentos fora do padrão, mas também para otimizar a resposta de equipes de segurança e minimizar riscos em situações emergenciais. A proposta é aliar tecnologia à gestão escolar, reforçando a proteção de alunos, professores e demais profissionais da educação.
Entre as soluções que mais ganham espaço nas instituições estão os sistemas de controle de acesso com biometria ou reconhecimento facial e o videomonitoramento inteligente, com câmeras equipadas com recursos de leitura automática de placas e detecção de movimentações incomuns.
IA embarcada e prevenção ativa no ambiente educacional
Com o apoio da IA, os sistemas de monitoramento analisam em tempo real as imagens captadas, ajustando-se à rotina da escola. Situações como aglomerações, tumultos ou movimentações fora de horário podem ser identificadas de forma automática, acionando alertas imediatos para as equipes responsáveis.
Essas ferramentas também contribuem em casos de emergência, como incêndios ou assaltos, por meio de sensores integrados que detectam sinais como fumaça ou sons anormais. Já as imagens registradas podem ser utilizadas em investigações internas sobre episódios de bullying ou assédio, fortalecendo a apuração dos fatos e a responsabilização dos envolvidos.
O investimento em câmeras com proteção antivandalismo, por exemplo, eleva o padrão de segurança. No entanto, o fator humano segue fundamental: orientar e engajar a comunidade escolar é essencial para consolidar uma cultura de proteção e confiança.
Segundo Szpigel, o futuro da segurança educacional vai além da vigilância. Entre as inovações em ascensão estão os sistemas integrados a aplicativos escolares, permitindo que pais acompanhem em tempo real entradas e saídas dos filhos, e as plataformas analíticas preditivas, que mapeiam padrões de comportamento e sugerem ações preventivas.
Com a contínua evolução tecnológica, as escolas têm à disposição soluções cada vez mais acessíveis e eficazes para proteger sua comunidade. A proposta é transformar a segurança em um elemento estratégico, capaz de fortalecer a confiança no ambiente educacional e viabilizar uma jornada de ensino mais segura, tranquila e preparada para os desafios atuais.