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Formação online e gratuita oferece 200 vagas e 360 horas para capacitar profissionais em especialização em IA para políticas públicas

A Fundação Itaú e a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) abriram as inscrições para a especialização em IA para políticas públicas**.** A formação 100% gratuita busca preparar gestores, técnicos e profissionais das áreas de educação, cultura e tecnologia para lidar com os desafios das transformações digitais.

O curso, oferecido pelo Instituto de Inteligência Artificial para a Educação (IA.Edu), é totalmente online e combina teoria, prática e aplicação direta em contextos reais. Com 360 horas de duração e 200 vagas disponíveis, a especialização recebe inscrições até 19 de dezembro. Os interessados devem enviar documentação, currículo e carta de motivação neste link. O resultado será divulgado em fevereiro de 2026, e as aulas começam em março.

A proposta atende a uma demanda crescente por profissionais capazes de compreender e aplicar inteligência artificial de maneira crítica, ética e estratégica na formulação e gestão de políticas públicas. Em um cenário de expansão das tecnologias digitais no setor público, a formação busca oferecer instrumentos concretos para inovação responsável.

Segundo os organizadores, a especialização tem como objetivo desenvolver competências que articulem análise de dados, fundamentos técnicos, visão cidadã e compreensão das implicações sociais do uso de IA. Essa integração é considerada essencial para orientar decisões que impactam diretamente comunidades escolares e culturais.

A formação chega em um momento decisivo para governos, organizações e profissionais que precisam equilibrar inovação tecnológica, equidade e transparência, fortalecendo capacidades para atuação pública em uma década marcada pela presença crescente da IA nos serviços educacionais e culturais.

Como será a especialização em IA para políticas públicas

A metodologia da especialização segue o modelo de aprendizagem baseada em problemas, integrando teoria, estudos de caso e atividades práticas. Os participantes terão acesso a textos e vídeos interativos, exercícios de aplicação e simulações com ferramentas de IA voltadas à resolução de desafios reais em educação e cultura. O curso combina momentos assíncronos com encontros síncronos e sessões de mentoria que estimulam a troca entre pares.

A estrutura curricular é organizada em seis partes interdependentes. Os conteúdos vão dos fundamentos técnicos, éticos e regulatórios da inteligência artificial às aplicações práticas em políticas públicas, passando por estudos internacionais e experiências nacionais que ilustram caminhos, possibilidades e limitações do uso de IA no setor público.

Os módulos dedicados à educação e à cultura abordam temas como uso de dados para planejamento, preservação digital, mediação cultural e desafios regulatórios em direitos autorais e diversidade. O curso também dedica uma etapa ao laboratório de ferramentas, no qual os participantes irão testar, avaliar e comparar tecnologias disponíveis.

Ao final da formação, cada estudante deverá desenvolver um projeto aplicado, propondo uma política pública com uso de IA em sua área de atuação. O exercício consolida a aprendizagem e estimula soluções tecnicamente viáveis, eticamente responsáveis e alinhadas às demandas reais dos territórios.

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