International Education Summit 2025 reunirá especialistas para discutir práticas globais e formar estudantes para o mundo
É nesta semana, nos dias 4 e 5 de setembro, que São Paulo recebe o International Education Summit 2025, maior encontro do país voltado à internacionalização da educação básica. Sob o tema “Escolas que Conectam Mundos: A internacionalização como projeto de futuro”, o evento propõe debates sobre práticas pedagógicas inovadoras, políticas educacionais e experiências globais que preparam estudantes para um mundo cada vez mais conectado.
Organizado pela Efígie Academy, o Summit reunirá gestores, mantenedores, professores, orientadores, representantes de universidades e especialistas de diversas áreas. O objetivo é promover trocas e construir estratégias que coloquem a internacionalização no centro dos projetos escolares.
A edição de 2024, realizada no Insper, já havia reunido mais de 15 palestrantes de destaque. Agora, em 2025, o encontro amplia a diversidade de vozes, na ESPM – São Paulo, consolidando-se como referência nacional em educação global.
Para Lara Crivelaro, idealizadora e CEO da Efígie Academy, o Summit oferece mais que debates: “Criamos um ambiente onde educadores podem trocar experiências e repensar práticas. A internacionalização deve ser encarada como projeto de futuro, e não apenas como diferencial”.
Internacionalização como eixo estratégico
Durante os dois dias de encontro, serão discutidos temas que ultrapassam a mobilidade internacional. A proposta é olhar para a internacionalização como eixo estratégico de desenvolvimento institucional, abrangendo desde o currículo e a pesquisa até as formas de gestão acadêmica.
Nesse sentido, ganha destaque o papel das redes de colaboração internacional, que fortalecem a produção científica e abrem espaço para a inovação em diferentes áreas do conhecimento. Além disso, práticas como a internacionalização em casa — que integra elementos multiculturais no cotidiano acadêmico — ampliam as possibilidades de acesso para estudantes que não realizam mobilidade física.
Outro ponto de atenção é o impacto da internacionalização na empregabilidade dos estudantes. Ao desenvolver competências interculturais e ampliar a visão de mundo, os alunos tornam-se mais preparados para enfrentar os desafios de um mercado de trabalho globalizado.
O encontro também pretende aproximar experiências internacionais de gestores brasileiros, promovendo reflexões sobre modelos de governança acadêmica e a inserção das instituições brasileiras em rankings globais.
Programação voltada para tendências globais
A programação visa a inspirar escolas a adotar práticas que unam excelência acadêmica, protagonismo estudantil e responsabilidade social. Essa diversidade garante debates ricos sobre como a internacionalização da educação básica pode ser implementada de forma prática, inovadora e transformadora.
Entre os palestrantes confirmados estão Luciane Stallivieri (UFSC), Carla Cassol (Internationalization Hub), Simone Telles (FDE – Pronto para o Mundo), Andréa Tissenbaum (Grupo Estadão) e Nayara Miguel (Efígie Academy).
Também participam líderes de instituições nacionais e internacionais, como Carlos Maffia (Escola Internacional de Alphaville), Luiz Otávio Targa (Colégio Vértice), Márcia Carneiro (Colégio Univap), Marina Azevedo (Colégio Múltiplo), Andrea Gritzback (St. James International School), Sabrina Bohlen (Escola Suíço-Brasileira) e Suzie Castello (Explorers English & Educational Consulting).
A programação se completa com Bruna Tadross (YourAccess), Felipe Fonseca (Daqui pra Fora), Renata Condi (Colégio Rio Branco), Shellida Viegas (Saint Paul’s School), Marina Dalbem (Edify), Maryanne Rodrigue (Eleva Rio) e os anfitriões Manolita Correia, Michele Correa e Danilo Torini da ESPM.










