Nova coleção didática híbrida alia cultura digital, personalização do ensino e green skills para engajar a Geração Alpha no aprendizado bilíngue
[Débora Thomé]
A transformação digital vem redefinindo não apenas a forma como vivemos e trabalhamos, mas também como aprendemos. Atenta a esse novo cenário, a Edify Education apresenta a coleção SmartGen, que estreia em 2026 para o 6º ano do Ensino Fundamental e será ampliada para os demais anos a partir de 2027.
Mais do que um material didático, a coleção chega como uma resposta aos desafios contemporâneos da educação bilíngue, especialmente no que diz respeito à personalização do ensino e à necessidade de engajar estudantes da Geração Alpha — nativos digitais com altas expectativas de interatividade.
“Estamos lidando com uma geração que nasceu conectada e que precisa de experiências de aprendizagem dinâmicas, lúdicas e relevantes. A SmartGen foi desenhada justamente para falar a língua desses alunos”, destacou Marina Dalbem, coCEO da Edify Education.
Com uma proposta pedagógica alinhada às tendências globais, a SmartGen aborda seis eixos temáticos — fronteiras digitais, planeta verde, equilíbrio vital, caminho do saber, conexões humanas e vozes globais — e se integra à BNCC, às Normas de Computação na Educação Básica e ao AI Competency Framework for Students, da Unesco.
SmartGen: tecnologia, personalização e consciência planetária
A SmartGen é a única coleção híbrida do mercado que utiliza tecnologia para apoiar o professor em turmas heterogêneas. Segundo Raquel Carlos, diretora acadêmica da Edify Education, a personalização é entendida como prática inclusiva e centrada no aluno.
“Inclusão é sobre reconhecer a singularidade de cada aprendiz — seu ritmo, contexto e momento de vida. A tecnologia entra como mediadora, ajudando o professor a enxergar o aluno com mais clareza e a atuar com empatia”, explicou Raquel.
O uso contínuo do Edify Play, aplicativo premiado da marca, está totalmente integrado à coleção. A plataforma adapta conteúdos conforme o desempenho do estudante, gerando relatórios que orientam o trabalho docente. Essa personalização amplia o engajamento e transforma dados em ações pedagógicas.
Outra novidade é o Digital Literacy Spotlight, seção dedicada ao letramento digital e à reflexão sobre o uso ético e responsável da tecnologia. Nela, os estudantes exploram temas como inteligência artificial, mídias digitais e cidadania digital alinhados às recentes diretrizes do Conselho Nacional de Educação (CNE) e aos referenciais da Unesco para o desenvolvimento de competências em IA. Assim, a tecnologia não é apresentada como fim, mas como instrumento para potencializar o aprendizado humano, conectando propósito, inovação e empatia em um mesmo percurso formativo.
Sustentabilidade e green skills: aprender para transformar o planeta
Na coleção SmartGen, sustentabilidade não é um tema periférico: é um eixo estruturante que atravessa toda a proposta pedagógica. As green skills, ou competências verdes, aparecem como uma ponte entre o aprendizado linguístico e a formação de cidadãos comprometidos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
“A sustentabilidade, para nós, é uma forma de ensinar sobre o mundo enquanto se aprende com o mundo. Queremos formar alunos conscientes de suas escolhas e capazes de agir sobre os desafios ambientais e sociais do presente”, disse Raquel Carlos.
Na prática, isso se traduz em projetos e experiências reais de aprendizagem, como o “Ocean Experience”, voltado à preservação marinha, e o “Art for Nature: Celebrating Life on Land”, que incentiva o olhar artístico sobre a biodiversidade. Nessas atividades, os alunos são convidados a investigar problemas ambientais e propor soluções em grupo, usando a língua inglesa como ferramenta de expressão e colaboração.
As unidades também abordam temas como mudanças climáticas, economia circular e consumo consciente, conectando o conteúdo global às realidades locais. Essa abordagem desenvolve consciência planetária, empatia global e senso de corresponsabilidade — princípios fundamentais para a Agenda 2030 da ONU.
“A aprendizagem bilíngue se torna ainda mais significativa quando o idioma serve para dialogar com o mundo e agir sobre ele. Queremos que nossos alunos percebam o inglês não só como uma competência acadêmica, mas como uma linguagem para transformar o futuro”, afirmou Raquel.
Com isso, a Edify Education reafirma sua visão de uma educação que une tecnologia, cultura digital e sustentabilidade como pilares de um currículo vivo. A SmartGen traduz essa visão em experiências que ampliam o papel da escola como espaço de engajamento, colaboração e formação integral — preparando a Geração Alpha para pensar e agir de forma responsável em um mundo em constante transformação.

Editora-chefe e cofounder do portal Educador21










