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Evento reúne gestores, especialistas e empresas para discutir inteligência artificial, internacionalização e competências da nova geração

A educação global vem ganhando espaço nas agendas estratégicas das escolas à medida que inteligência artificial, internacionalização e mudanças no mercado de trabalho redefinem as competências exigidas das novas gerações. É nesse contexto que o Educador Global BH 2026 reunirá lideranças educacionais de Minas Gerais para discutir os impactos dessas transformações no futuro da escola. O evento acontece em 2 de setembro, no Colégio Santa Dorotéia, em Belo Horizonte, e deve reunir mais de 200 gestores, coordenadores e especialistas do setor.

O avanço das tecnologias digitais, a ampliação das conexões internacionais e a crescente valorização de competências socioemocionais têm levado instituições de ensino a revisitar seus projetos pedagógicos e suas estratégias de desenvolvimento institucional. Para muitas escolas, o desafio já não se limita à atualização de conteúdos, mas envolve a formação de estudantes capazes de atuar em ambientes complexos, multiculturais e em constante transformação.

A proposta do encontro é justamente promover esse debate. Ao longo da programação, especialistas apresentarão tendências, experiências e reflexões sobre os caminhos que vêm sendo adotados por instituições educacionais para alinhar inovação, aprendizagem e visão de futuro. A expectativa é reunir profissionais que participam diretamente das decisões que moldam a educação básica privada no estado. As inscrições já estão abertas neste link.

Além das discussões sobre tecnologia e internacionalização, o evento pretende estimular conexões entre escolas, empresas e organizações que atuam no desenvolvimento de soluções para o setor educacional. A iniciativa acompanha um movimento crescente de aproximação entre educação, inovação e transformação institucional. Nesse cenário, a educação global surge como um dos conceitos centrais para compreender as mudanças em curso e os novos desafios enfrentados por gestores e educadores.

Educação global amplia o debate sobre o futuro da escola

A formação de estudantes para atuar em contextos multiculturais e conectados será um dos eixos centrais do Educador Global BH 2026. A discussão ganhará destaque no painel “Além das Fronteiras: Como a Educação Global Está Redesenhando a Escola do Século 21”, conduzido por Luciane Stallivieri, pesquisadora, consultora e referência nacional em internacionalização da educação e formação para a cidadania global.

A especialista apresentará tendências observadas em diferentes sistemas educacionais e discutirá como fatores como globalização, inteligência artificial e transformações sociais vêm alterando as expectativas em relação à formação das novas gerações. O debate deve abordar ainda os impactos dessas mudanças sobre currículo, cultura escolar, formação docente e posicionamento institucional das escolas.

A discussão ganha relevância em um momento em que universidades, empregadores e organismos internacionais apontam habilidades como colaboração, pensamento crítico, adaptabilidade e comunicação intercultural entre as competências mais valorizadas para os próximos anos. Para as instituições de ensino, compreender como desenvolver essas capacidades tornou-se uma questão estratégica.

Complementando o debate, a programação contará com a participação de Lara Crivelaro, especialista em internacionalização da educação, CEO da Efígie Academy e colunista de Educação Global no educador21. A educadora abordará as competências da nova geração e os caminhos para formar estudantes preparados para atuar em ambientes multiculturais, digitais e em constante transformação, tema que vem ganhando espaço nas estratégias de internacionalização das escolas brasileiras.

O debate destacará habilidades como pensamento crítico, protagonismo, adaptabilidade e comunicação intercultural, cada vez mais valorizadas por universidades e organizações em todo o mundo. Para as lideranças educacionais, o desafio passa a ser compreender como essas competências podem ser incorporadas ao cotidiano escolar de forma consistente, transformando a educação global em uma estratégia capaz de impactar currículo, cultura institucional e desenvolvimento dos estudantes.

Inteligência artificial e inovação ganham espaço na agenda educacional

Além das palestras e painéis, o Educador Global BH 2026 contará com uma feira de expositores voltada à apresentação de soluções ligadas às principais tendências da educação contemporânea. O espaço reunirá empresas e organizações que atuam em áreas como inteligência artificial, plataformas educacionais, tecnologia para aprendizagem, programas internacionais, bilinguismo e gestão escolar.

A presença desses segmentos reflete uma preocupação crescente das instituições de ensino em compreender como novas ferramentas podem apoiar processos pedagógicos e administrativos. O debate sobre inteligência artificial, por exemplo, vem ocupando espaço cada vez maior nas agendas de formação e planejamento estratégico das escolas.

A programação também contempla temas relacionados a intercâmbio, formação docente, avaliações internacionais, robótica, cultura maker, saúde mental e inovação educacional. Em conjunto, esses assuntos ajudam a compor um panorama das transformações que vêm influenciando o setor nos últimos anos e apontam tendências que devem ganhar relevância no futuro próximo.

A feira foi estruturada para estimular a troca de experiências entre escolas, especialistas e empresas do setor. A proposta é aproximar gestores de iniciativas capazes de apoiar processos de inovação, transformação pedagógica e desenvolvimento institucional em diferentes contextos educacionais.

Ao reunir especialistas, lideranças e empresas em um mesmo ambiente, o Educador Global BH 2026 amplia uma discussão que deve orientar as decisões estratégicas das escolas nos próximos anos. Em meio às transformações provocadas pela tecnologia, pela mobilidade internacional e pelas novas exigências profissionais, a educação global consolida-se como um dos caminhos para formar estudantes capazes de atuar em cenários cada vez mais complexos e interconectados.

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