Skip to main content

Efígie leva ao GEduc 2026 debate estratégico sobre internacionalização escolar e inteligência artificial como eixos estruturantes da gestão educacional

A internacionalização escolar deixou de ser um diferencial periférico para se tornar um dos eixos centrais da estratégia educacional contemporânea. No GEduc 2026, o tema ganha ainda mais relevância ao ser articulado à inteligência artificial como vetor de transformação institucional.

A Efígie Academy participa do congresso propondo uma reflexão que dialoga diretamente com gestores e mantenedores: como integrar tecnologia e visão global em um projeto pedagógico coerente e sustentável?

Em um cenário marcado pela aceleração tecnológica e pela intensificação das conexões globais, a escola é desafiada a redefinir seu papel. Não se trata apenas de adotar ferramentas digitais, mas de compreender como essas ferramentas reposicionam a missão institucional.

“Mais do que incorporar plataformas digitais ou adotar tecnologias emergentes, este é o momento de a escola revisitar sua própria missão. A inteligência artificial acelera processos, mas é a clareza de propósito que define o papel institucional diante das transformações globais”, afirmou Lara Crivelaro, fundadora da Efígie e colunista do educador21 na Coluna Educação Global.

Internacionalização escolar como estratégia institucional

Ao levar a discussão sobre internacionalização escolar ao GEduc 2026, a Efígie propõe um deslocamento conceitual importante. A internacionalização não deve ser compreendida como um conjunto de ações pontuais, como intercâmbios ou programas bilíngues, mas como uma diretriz estratégica.

Essa mudança implica revisar cultura institucional, currículo, parcerias, orientação acadêmica e até a governança escolar. Trata-se de integrar a perspectiva global ao projeto pedagógico como um todo.

“A internacionalização não pode ser tratada como um conjunto de iniciativas isoladas. Ela precisa se tornar um projeto institucional estruturante, capaz de orientar currículo, cultura e decisões estratégicas da escola”, destacou Lara.

Quando articulada à inteligência artificial, essa visão amplia o horizonte da escola. A tecnologia deixa de ser fim em si mesma e passa a funcionar como instrumento para fortalecer competências como pensamento crítico, consciência intercultural e autonomia intelectual — dimensões apontadas por organismos internacionais como a UNESCO, a Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD) e o World Economic Forum como essenciais para a formação de cidadãos globais.

Raio X da Internacionalização Escolar: diagnóstico estratégico

Um dos destaques da participação da Efígie no GEduc 2026 será a apresentação do Raio X da Internacionalização Escolar, na feira de expositores. A ferramenta diagnóstica foi desenvolvida a partir das pesquisas conduzidas pela instituição.

O instrumento foi criado para apoiar escolas na identificação de seu estágio atual de maturidade internacional. Todo o processo criativo foi inspirado no livro Internacionalização Escolar: Um Guia para Escolas Brasileiras, de Lara Crivelaro

A ferramenta avalia dimensões como cultura institucional, currículo, idiomas, parcerias internacionais, estrutura organizacional e orientação acadêmica. A partir desse mapeamento, são oferecidas recomendações alinhadas à realidade e aos objetivos estratégicos de cada instituição.

Mais do que um diagnóstico pontual, o Raio X busca apoiar lideranças educacionais na construção de um plano consistente de internacionalização escolar, capaz de integrar tecnologia, orientação acadêmica e visão global em um único projeto institucional.

Ao provocar a pergunta “qual é o lugar da escola no mundo que estamos formando?”, a Efígie amplia o debate sobre governança educacional e convida gestores a refletirem sobre decisões que moldarão o posicionamento estratégico de suas instituições nos próximos anos.

Compartilhe: