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A edtech Layers Education se reposicionou no mercado, conquistou novos clientes e, em janeiro de 2021, já registrava crescimento de 388%

O boom das edtechs tem se consolidado passo a passo. Houve um expressivo impulsionamento durante 2020, com o surgimento do novo coronavírus e as imposições da pandemia do Covid-19, como a interrupção das aulas presenciais, o isolamento social e as altas demandas com ensino online para professores e alunos, escolas e instituições de ensino, pais e sociedade.

Tudo isso obrigou a apressar o passo, acelerar a inovação, readequar e ampliar os serviços das edtechs. No jargão do ecossistema das startups, pivotar, do inglês to pivot, significa mudar os rumos do negócio. Para as edtechs, que atendem um segmento delicado, humano e dinâmico, a similaridade é com o aprender e reaprender.

A edtech Layers Education, fundada por Danilo Yoneshige e seu sócio, Ivan Seidel, pensou e repensou seu modelo de negócio para atender às novas demandas de escolas e instituições de ensino. O objetivo era otimizar as relações entre educadores, gestores, mantenedores, professores, alunos e pais. Como já estava preparada, a Layers Education não foi surpreendida com a nova dinâmica e necessidades impostas ao segmento educacional já no início do ano letivo de 2020.

“A inserção e evolução do uso da tecnologia na educação, seja para o departamento administrativo, seja para professores e alunos em sala de aula, era mais que previsível, era uma urgência. Mesmo escolas particulares com boa estrutura se viram obrigadas a implementar outros serviços essenciais para toda a comunidade escolar”, explicou Yoneshige , CEO da Layers Education.

Mercado brasileiro de edtechs se mostra promissor e confiante

Segundo o Distrito EdTech Report, publicado em dezembro 2020, das 559 edtechs brasileiras, 22,4% são voltadas para ensinos específicos, 22,2% em novas formas de ensino, 20% em plataformas para a educação, 17,5% em ferramentas para instituições, 11,1% em foco no estudante, 4,1% em conteúdo educativo e 2,7% em financiamento do ensino.

Para Danilo Yoneshige, fundador e CEO da Layers Education, poucos segmentos cresceram tanto nos últimos anos como o das edtechs, inclusive no Brasil. “O mercado global das edtechs foi de US$ 186 bilhões em 2019 e pode alcançar US$ 368 bilhões em 2025, mesmo sob os impactos do novo coronavírus. Por isso, a projeção de crescimento para 2021 é muito mais promissora do que imaginávamos.”

Ao contrário da multisegmentação, com diversas plataformas, aplicativos, sistemas, acesso à internet e à intranet, por exemplo, a Layers Education trilhou por um novo caminho ao agrupar produtos e serviços em um só lugar. A ideia dos sócios Danilo e Ivan foi integrar várias ferramentas em um único ambiente, tornando-se a Layers Education um Super App Educacional, capaz de unificar todas as soluções da escola em um único ambiente, com um único login, uma única senha, com todas as plataformas na palma da mão.

Além das soluções de integração, a Layers Education entrega os chamados APPs by Layers: Agenda Digital, Comunicados, Help Desk Escolar e E-commerce/Market Place Educacional, com possibilidade de venda de produtos e serviços da própria escola ou de fornecedores externos, tornando única a experiência para gestores, administradores, alunos, corpo discente e docente e familiares.

A proposta do Market Place da Layers Education é centralizar na Layers Store um ambiente de escalabilidade tanto de produtos como de soluções digitais para educação. Com isso, o objetivo de crescimento da Layers não é isolado, mas em conjunto com outras Edtechs parceiras.

“O mercado educacional tem um ambiente tecnológico descentralizado, sem integrações, dificultando a experiência do usuário. A nossa proposta é organizar essas relações entregando um Super App, onde as funcionalidades iniciam com a normalização dos dados, gestão da comunicação, vendas e integrações com soluções dos demais fornecedores que consumem os dados estruturados, reduzindo custos de implantação e de desenvolvimento, tanto das instituições de ensino quanto das Edtechs”, explicou Yoneshige, complementando que o mais complexo foi compreender alguns gargalos que ainda persistem no segmento educacional brasileiro, e também em muitas edtechs.

O Super App da Layers Education segue as normas da LGPD

Um desses gargalos é a dificuldade em olhar a experiência do usuário de forma mais ampla, para as chamadas ‘pontas do tripé’: aluno x família x professor/gestor. No caso do Super App desenvolvido pela Layers Education, as ferramentas gerenciam todas as plataformas de educação com comodidade às famílias (na compra de materiais didáticos, uniformes, cursos, sem sair de casa, por exemplo), aos professores e gestores (informações, dados, estatísticas, BI unificados) e aos alunos (recursos, provas, tarefas, plataformas, conteúdos disponibilizados pela escola/professor).

“O mundo inteiro mudou a chave. A educação não será diferente. A adoção do ensino híbrido é apenas o equilíbrio entre o presencial e o online, mas a tendência da aprendizagem constante, em qualquer lugar e a qualquer hora, se dará também por meio digital”, disse Yoneshige.

Seguindo as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a Layers Education garante que a escola faça a gestão do compartilhamento dos dados via single sign-on, seguindo as duas premissas que respaldam a instituição dentro da própria LGPD, que são: legítimo interesse ou consentimento dos responsáveis, o que proporciona maior segurança e confiabilidade, adequação à LGPD e transparência para todos os usuários.

Com o desenvolvimento do Super App, a Layers Education se reposicionou no mercado e já conquista novos clientes, como a Faber-Castell, o Grupo Marista e o Zoom Education. A base de alunos na plataforma passou de 90 mil, em 2020, para 350 mil já a partir de janeiro de 2021 – crescimento de 388%. Para 2022, a previsão é crescer mais 150% e, para 2023, estimativa de 160% de crescimento.

Recentemente, a Faber-Castell anunciou uma área inédita de Corporate Venture Capital no Brasil para apoiar e investir em startups que desenvolvam soluções para o setor de educação. A ideia nasceu após a empresa identificar resultados bem-sucedidos de um aporte feito em 2020 no aplicativo da Layers Education.

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