Organização que já conectou mais de 730 escolas públicas adota o nome Instituto Redes do Futuro e amplia sua atuação em impacto social
O Instituto Escola Conectada anunciou uma nova fase de atuação e passa a se chamar Instituto Redes do Futuro, marcando um reposicionamento que reflete a ampliação de sua missão e de seu impacto no país. A mudança consolida cinco anos de trabalho focado na inclusão digital de escolas públicas e na construção de uma cultura de conectividade voltada ao desenvolvimento social.
Ao longo desse período, o instituto conectou mais de 730 escolas em todas as regiões do Brasil e beneficiou 350 mil estudantes com internet gratuita e de alta velocidade. O crescimento do programa evidenciou que o desafio da conectividade vai além da infraestrutura técnica: envolve preparar comunidades escolares para viver plenamente a cultura digital.
A nova identidade surge em um momento em que a conectividade se consolidou como componente essencial da educação contemporânea. Para muitas redes de ensino, ter acesso à internet é o primeiro passo para implementar práticas pedagógicas inovadoras, promover equidade e ampliar oportunidades de aprendizagem.
Segundo o instituto, a transformação do nome acompanha também a evolução de suas frentes de trabalho, que avançaram para iniciativas de impacto social, voluntariado corporativo, mapeamento de boas práticas pedagógicas e articulação de parcerias que fortalecem o ecossistema de escolas conectadas.
“Conectamos escolas, mas também pessoas e oportunidades, mostrando que a tecnologia pode ser uma grande aliada da educação e do desenvolvimento social”, afirmou Fernanda Prado, gerente-geral do Instituto Redes do Futuro.
Expansão do Instituto Redes do Futuro e impacto nas escolas
O acompanhamento das escolas participantes revela os efeitos práticos da conectividade no cotidiano pedagógico. Segundo monitoramento interno, 93% das escolas relataram melhora na qualidade do ensino, enquanto 92% avaliaram como positivo ou muito positivo o impacto da internet na aprendizagem dos estudantes. Além disso, 83% passaram a utilizar a internet diariamente em sala de aula, fortalecendo ações de inclusão e cidadania digital.
Para sustentar essa expansão, o instituto conta com duas mantenedoras: Arqia e Datora, empresas com grande atuação em soluções de conectividade e telecomunicações corporativas. A Arqia, reconhecida por sua expertise em IoT, e a Datora, pioneira em VoIP, contribuem com infraestrutura, tecnologia e visão estratégica para que o programa siga escalando com qualidade.
Segundo Tomas Fuchs, CEO da Arqia, a mudança para Redes do Futuro simboliza um avanço na missão do instituto. “Queremos fortalecer as conexões humanas e tecnológicas que permitam que o conhecimento circule e transforme comunidades. Conectividade é inclusão e cidadania.”
Com o novo posicionamento, o Instituto Redes do Futuro planeja expandir suas ações em 2026, conectando mais escolas, estabelecendo parcerias regionais e ampliando o mapeamento de práticas pedagógicas que utilizam tecnologia de forma significativa. Na visão de Fernanda Prado, “o futuro da educação não está apenas na tecnologia, está nas conexões humanas que ela possibilita”, sintetizando um horizonte em que redes colaborativas impulsionam o acesso à educação conectada e de qualidade.










