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Startup fundada por Victor Cornetta aposta em metodologia própria para desenvolver autonomia e projeta faturamento de R$ 3 milhões em 2025

Ensinar o aluno a estudar — e não apenas o conteúdo — foi o ponto de partida para a criação da Kaizen Mentoria Educacional, edtech brasileira que vem ganhando espaço no ensino personalizado. Fundada em 2018 por Victor Cornetta, a startup alia engenharia, pedagogia e tecnologia para transformar rotinas de estudo em jornadas de autonomia.

O modelo nasceu da experiência do próprio fundador, que ainda na escola percebeu que o desempenho não dependia do tempo dedicado aos livros, mas da forma como o aprendizado era estruturado. Essa percepção o acompanhou até a graduação em Engenharia Civil pela UFRN, quando começou a dar aulas particulares e notou que o verdadeiro desafio dos alunos era não compreender o próprio processo de aprendizagem.

Com essa inquietação, Victor desenvolveu uma metodologia autoral, hoje base do trabalho da Kaizen. Em vez de repetir fórmulas prontas, a mentoria aposta na escuta ativa, na construção de confiança e no uso de estratégias personalizadas que ajudam o estudante a se tornar protagonista do próprio aprendizado.

Em 2025, a startup celebra cinco anos de operação com resultados expressivos: 500 alunos ativos em 12 estados e projeção de R$ 3 milhões em faturamento até o final do ano.

Da engenharia à educação: a origem de um método autoral

A trajetória de Cornetta começou muito antes da Kaizen existir. Durante a graduação, ele observou que o ensino tradicional ignorava o modo como cada pessoa aprende. Essa constatação o levou a investir em uma pós-graduação em Tendências Educacionais e a transformar sua visão em uma proposta prática.

O nome Kaizen — expressão japonesa que significa “mudança para melhor” — reflete a filosofia da empresa. A mentoria combina planejamento estratégico de estudos, rotinas realistas e metas acompanhadas em conjunto com as famílias. O aluno aprende a monitorar o próprio progresso e a celebrar pequenas conquistas semanais, o que fortalece a confiança e a constância.

“Quando o estudante percebe que consegue cumprir suas metas, a motivação vem naturalmente. A autonomia é consequência de um processo estruturado e possível”, explicou Cornetta.

Expansão, tecnologia e personalização no centro da estratégia

A Kaizen se consolidou com o apoio de um time que compartilha a mesma visão. Gustavo Peralba, engenheiro e cofundador, foi o primeiro a se unir ao projeto. Depois vieram Arthur Marques, Frederico Von Sosten e Guilherme Fortes, que hoje compõem a diretoria, liderando as áreas pedagógica e de expansão.

O grupo desenvolveu uma estrutura que une dados, tecnologia e personalização, garantindo acompanhamento próximo dos alunos. As metas são registradas em planilhas compartilhadas com famílias, que acompanham cada avanço. Essa combinação de disciplina e empatia se tornou o diferencial da Kaizen no mercado de mentorias educacionais.

Com presença consolidada nas principais capitais do Sudeste e Nordeste, a empresa se prepara para uma nova fase de crescimento, com foco em escalar a operação sem perder a personalização — um desafio que reflete o próprio conceito de melhoria contínua que dá nome à marca.

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