Skip to main content

Realms Ip.TV apresenta assistente virtual e robô humanoide como apoio à docência e à gestão escolar na Bett Brasil 2026

A inteligência artificial (IA) na educação ganha novas camadas de aplicação prática na Bett Brasil 2026, especialmente quando o foco deixa de ser apenas eficiência e passa a incluir escala, acesso e suporte direto ao trabalho docente. É nesse ponto que a participação da Realms Ip.TV se posiciona, ao apresentar um ecossistema que conecta ensino, avaliação e produção de conteúdo em larga escala, com presença já consolidada em redes públicas e privadas, reforçando o avanço da tecnologia na educação e da transformação digital na educação.

Durante o evento, que vai até 8 de maio no Expo Center Norte, a edtech leva ao público soluções que dialogam com um desafio estrutural do país: como garantir qualidade educacional em contextos diversos, especialmente em regiões com escassez de professores especialistas. A proposta articula tecnologia, mediação pedagógica e modelos híbridos de ensino, reforçando o papel da IA como suporte — e não substituição — da prática docente.

Com mais de 5 milhões de alunos atendidos e presença em mais de 10 mil escolas, a empresa chega à Bett com um discurso centrado em escala e aplicabilidade real. A atuação em estados como Amazonas, São Paulo e Piauí, incluindo comunidades remotas, evidencia uma abordagem que combina infraestrutura tecnológica com adaptação a diferentes realidades educacionais.

“Nossa solução combina aulas transmitidas por especialistas, momentos de interação em sala com tutores locais e o uso de inteligência artificial [na educação] mediada pelos professores para apoiar atividades como conversação de idiomas e esclarecimento de dúvidas”, disse Eduardo Giraldez.

IA como extensão do professor na sala de aula

No centro da apresentação está o Realms Persona, assistente virtual baseado em inteligência artificial que atua como extensão do professor. A tecnologia utiliza conteúdos curriculares, materiais didáticos e diretrizes pedagógicas para oferecer suporte em tempo real durante as aulas, promovendo interatividade e engajamento dos estudantes.

Na prática, o sistema permite que alunos tirem dúvidas, recebam sugestões de conteúdo complementar e participem de atividades mediadas por IA, exibidas em telas integradas à plataforma. A personalização é um dos diferenciais: a solução pode ser treinada com diferentes perfis, incluindo avatares de professores ou personagens, tornando a experiência mais próxima do universo dos estudantes.

Essa abordagem se conecta a um movimento mais amplo no setor educacional, que busca integrar inteligência artificial ao cotidiano escolar sem romper com a centralidade do professor. Ao contrário, a tecnologia aparece como ferramenta de ampliação da presença docente, especialmente em contextos onde há lacunas de formação ou disponibilidade de especialistas.

Além do uso em sala de aula, o ecossistema da Realms Ip.TV cobre todo o ciclo educacional, incluindo transmissão de aulas ao vivo, avaliação de desempenho, geração automatizada de conteúdos e análise de aprendizagem. A escala também chama atenção: são mais de 98 milhões de tarefas executadas mensalmente e mais de 1,5 milhão de redações corrigidas com apoio de IA.

Robô humanoide e novas fronteiras da automação escolar

Outro destaque do estande é o protótipo de robô humanoide desenvolvido para atuar como “monitor inteligente” no ambiente escolar. Com lançamento previsto para 2027, o equipamento amplia o debate sobre robótica educacional ao assumir funções operacionais e de apoio à rotina das instituições.

O robô pode ser programado para atividades como controle de frequência, monitoramento de rotinas, apoio à aplicação de provas e até interação com alunos em atividades didáticas. A proposta não é substituir profissionais, mas reorganizar tarefas, liberando tempo das equipes para funções pedagógicas mais estratégicas.

“Nossa expectativa é disponibilizar a tecnologia em modelo de locação, facilitando o acesso das escolas e garantindo atualizações contínuas”, explicou Giraldez. “O robô foi planejado como um recurso de apoio às rotinas escolares e às atividades pedagógicas, atuando como complemento ao trabalho das equipes.”

A proposta dialoga com tendências internacionais que exploram o uso de robótica em ambientes educacionais, especialmente em contextos de gestão e suporte. No caso brasileiro, o desafio passa também pela viabilidade de adoção e pela integração dessas soluções às dinâmicas já existentes nas escolas.

Compartilhe:

Leave a Reply